Os investigados usariam empresas de fachada, “laranjas”, transferências bancárias sucessivas e saques.

Publicado em 20 de maio de 2026
A Operação Tarja Oculta foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (20) para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado a fraudes bancárias e golpes de clonagem de cartões. Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava empresas de fachada, contas em nome de “laranjas” e saques em espécie para esconder a origem ilícita dos recursos movimentados pela organização.
As apurações apontam que os suspeitos atuavam de forma estruturada e organizada, criando mecanismos para dificultar o rastreamento do dinheiro obtido ilegalmente. O esquema incluía a abertura de empresas fictícias, movimentações financeiras fracionadas e retiradas frequentes em dinheiro vivo, estratégia considerada comum em práticas de ocultação patrimonial.
De acordo com os investigadores, a quadrilha teria movimentado altos valores provenientes de golpes aplicados contra clientes de instituições financeiras. As fraudes eram realizadas por meio da clonagem de cartões bancários e do acesso indevido a dados de vítimas, causando prejuízos significativos.
Durante a operação, agentes cumpriram mandados judiciais de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens. Equipamentos eletrônicos, documentos e registros financeiros também foram recolhidos para aprofundar as investigações.
As autoridades afirmam que o material apreendido será analisado para identificar outros possíveis integrantes do grupo e rastrear o destino do dinheiro movimentado pelo esquema criminoso. Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude eletrônica e estelionato.
A Operação Tarja Oculta segue em andamento e novas fases não estão descartadas.

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