Operação Fallax: Polícia Federal investiga compra ilegal de armas com documentos falsos no Rio

Os agentes cumpriram mandados de busca em endereços ligados ao suspeito, que não teve a identidade revelada, e à empresa administrada por ele.

Publicado em 29 de maio de 2026

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (29) a Operação Fallax, com o objetivo de investigar um esquema de aquisição ilegal de armas e munições por meio da utilização de documentos falsificados no estado do Rio de Janeiro.

Durante a ação, agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao principal investigado e à empresa administrada por ele. O suspeito foi preso em flagrante no bairro da Tijuca, na Zona Norte da capital fluminense.

De acordo com as investigações, o homem utilizava documentos falsos para comprar munições e negociar armamentos de forma irregular. Entre os materiais apreendidos pelos policiais estão registros de armas de fogo, documentos de porte funcional e até documentos atribuídos ao Superior Tribunal Militar (STM).

As apurações revelaram ainda que o investigado se apresentava falsamente como agente de Polícia Judicial, utilizando a identidade fraudulenta para obter vantagens e dar aparência de legalidade às suas atividades.

A operação recebeu o nome de “Fallax”, termo em latim que significa “enganoso” ou “fraudulento”, em referência ao suposto uso de identidades e documentos falsificados para a prática dos crimes investigados.

Segundo a Polícia Federal, as investigações continuam para identificar possíveis envolvidos no esquema, bem como a origem dos documentos falsificados e o destino dos armamentos negociados.

O suspeito poderá responder por crimes como falsificação de documento público, uso de documento falso, porte ilegal de arma de fogo e outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

A Polícia Federal não divulgou a identidade do preso para preservar o andamento das apurações.

Além disso, verifique

TRE-RJ cassa mandatos do prefeito e da vice de Seropédica por abuso de poder nas eleições de 2024

Decisão, assinada pela juíza Maria Luiza Sinotti Campolina também torna o prefeito inelegível por 8 …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *