Time liquida “dívida” com preliminares ao empatar em 1 a 1 com o Bragantino e chega, enfim, à fase de grupos.

Tensão, gol, alívio, gol sofrido no fim, e maus presságios. O Botafogo conseguiu empate em 1 a 1 com o Bragantino e avançou à fase de grupos da Libertadores, na noite da última quarta-feira, em Bragança Paulista. Com o resultado, o primeiro objetivo de 2024 foi atingido. Só que mesmo com a vantagem, não foi fácil. Pelo contrário, o jogo foi marcado por tensão do início ao fim, mas o alvinegro conseguiu o resultado que servia e liquidou o “saldo devedor” das preliminares.
A estratégia do Bragantino era clara. Atacar pelo lados, com velocidade, e nas vulnerabilidades do Botafogo para buscar o gol que levaria a decisão para os pênaltis. O time da casa só conseguiria avançar no tempo normal se vencesse por dois gols de diferença.
E assim martelou no ataque, principalmente na velocidade de Helinho pelo lado direito. Sobre Marçal, o atacante tentou a maior parte das jogadas do primeiro tempo, mas o lateral-esquerdo soube sofrer. Também contou com um sistema defensivo mais atento, compacto e entrosado, com Lucas Halter e Barboza afastando as investidas.
Para completar a tensão, o Botafogo cedeu o empate aos 40 minutos. Mesmo ainda com a vantagem da igualdade, a lembrança negativa das viradas e empates recentes eram inevitáveis – aos jogadores e ao torcedor. Mas sabendo sofrer, e no talendo do paraguaio Gatito, que foi o melhor em campo, o Alvinegro reescreveu a crônica que poderia ser de uma “tragédia anunciada”, depois de tanto sofrimento.

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