Ação conjunta entre a 67ª DP e a Guarda Municipal terminou com a prisão do suspeito; filho da vítima, de apenas 9 anos, também foi agredido ao tentar defender a mãe.

Publicado em 19 de setembro de 2026
Uma ação conjunta entre policiais civis da 67ª DP (Guapimirim) e agentes da Guarda Municipal terminou na prisão em flagrante de Rafael Pereira de Oliveira, na quarta-feira (16), em Guapimirim, na Região Metropolitana do Rio. Ele é acusado de invadir a residência da ex-companheira e agredi-la fisicamente. Durante o episódio, o filho da vítima, de apenas 9 anos, também teria sido atacado ao tentar defender a mãe.
De acordo com informações da Polícia Civil, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e teria forçado a entrada na residência da ex-companheira. Dentro do imóvel, a mulher teria sido atingida no rosto com uma pedra.
Ainda segundo o relato policial, o menino tentou intervir para proteger a mãe, mas acabou sendo agredido pelo suspeito com socos e chutes no rosto.
VÍTIMAS FORAM SOCORRIDAS
Após a agressão, a mulher e a criança receberam atendimento da Guarda Municipal e foram encaminhadas para atendimento médico. Na sequência, o caso foi levado à 67ª DP, onde foram adotadas as medidas necessárias para a identificação e localização do suspeito.
Com as informações obtidas durante o atendimento da ocorrência, policiais civis iniciaram diligências para localizar Rafael. Ele foi encontrado em outro ponto do município e preso em flagrante.
A ocorrência foi coordenada pelo delegado titular da 67ª DP, Fabrício Costa, segundo informações divulgadas sobre a ação.
SUSPEITO RESPONDE POR DIFERENTES CRIMES
Rafael Pereira de Oliveira foi autuado por lesão corporal no contexto de violência doméstica, lesão corporal contra menor de idade e violação de domicílio, conforme informou a Polícia Civil.
Ainda segundo a corporação, o homem possui registros anteriores relacionados a crimes como roubo, tráfico de drogas, furto e violência doméstica. Essas informações integram o histórico policial atribuído ao suspeito e não representam, por si só, condenações definitivas por todos os fatos mencionados.
Após a prisão, ele foi conduzido à unidade policial e permaneceu à disposição da Justiça.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
O caso chama atenção também pela presença de uma criança entre as vítimas da agressão. Segundo a investigação, o menino teria sido atacado justamente quando tentou defender a própria mãe.
A legislação brasileira prevê mecanismos específicos de proteção às vítimas de violência doméstica e familiar, além de medidas destinadas à proteção de crianças e adolescentes expostos a situações de violência.
A Polícia Civil segue responsável pelos procedimentos de investigação relacionados ao episódio, enquanto caberá à Justiça analisar a situação do preso e as demais medidas decorrentes da ocorrência.

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