Um grupo fez o enterro simbólico do governador Luiz Fernando Pezão utilizando um caixão de papelão.
Sem a presença do governador Luiz Fernando Pezão ou de qualquer membro do alto escalão do governo no Palácio Guanabara, os servidores que participavam de um protesto em frente ao Palácio Guanabara, se revoltaram com a falta de um calendário para o pagamento dos salários atrasados. Um grupo forçou a entrada pelo acesso dos carros ao Palácio, e foi fortemente reprimida pela Polícia Militar.
Uma técnica-administrativa da Uerj foi impedida de entrar por policiais. A situação ficou tensa quando agentes lançaram gás de pimenta contra os manifestantes. Em seguida, bombas de efeito moral foram utilizadas. Grupos correram para ruas próximas ao Palácio. Agentes continuaram a disparar bombas de efeito moral minutos após a dispersão.
Mais de 200 servidores fizeram um protesto pacífico em frente ao Palácio. Um grupo fez o enterro simbólico do governador Luiz Fernando Pezão utilizando um caixão de papelão.
Líderes do Muspe solicitaram a membros do Palácio que apresentassem uma pessoa responsável pelo governador para iniciar um diálogo e passar uma previsão de pagamento. Sem uma resposta positiva, alguns funcionários forçaram a entrada no Palácio.
Cerca de 20 servidores ficaram de prontidão em frente a sede do governo do Rio. Eles fizeram uma roda e gritaram palavras de ordem. Uma pista da Rua Pinheiro Machado, sentido Zona Sul ficou interditada.
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