Jornalista sofre perseguição por cobrir eleições municipais

Léa Cruvinel relata perseguição nas Eleições Municipais 2016.

Jornal

Em Águas Lindas, estado de Goiás, a jornalista Léa Cruvinel solta nota de repúdio em relação à violência com a cobertura das eleições municipais 2016. A truculência de grupos políticos começou no início das campanhas.

Segundo a jornalista, a política em Águas Lindas sempre foi muito turbulenta, porém controlada através da comarca da cidade e do apoio da Polícia Militar e Polícia Civil.

“Nem começamos os trabalhos para as eleições 2016 e já sofremos ataques em redes sociais, em nossas residências, perseguições e ameaças de um grupo que se diz imprensa. Estão querendo denegrir a minha imagem através de áudios (conversas informais no meio de amigos), matérias feitas há quase quatro anos em que cobrava e continuo cobrando as melhorias do município, sendo usadas como ataques políticos. Tudo para tentar desmoralizar e ridicularizar os profissionais que desempenham o seu papel na sociedade aguaslindense”, desabafa.

“Peço identificação e punição”

Ela afirma atuar no jornalismo desde 1999, nos mais diferentes meios de comunicação. “Tentar impedir o acesso à informação, direito fundamental previsto na Constituição brasileira, é violar a liberdade de expressão, instrumento indispensável para a democracia e me coloco contra qualquer tipo coerção, ameaça e intimidação”, defende Léa.

A jornalista pede ajuda aos mais diversos segmentos da comunicação, de fiscalização e órgãos afins, para continuarem sua atuação jornalística sem perseguição e nos parâmetros legais permitidos pela justiça.

“Eu repudio, com veemência, todo tipo de agressão a qualquer profissional, em especial ao trabalhadores da imprensa no exercício de sua atividade e peço às autoridades locais a identificação e punição aos responsáveis”, conta a jornalista, que é membro da Associação Brasiliense de Blogueiros de Política de Brasília – ABBP.

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Fonte: Observatório da Imprensa 

 

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