Segundo o último boletim epidemiológico, o Rio registra 77 casos da doença.
Em um dia, estado confirma nove novos casos de febre amarela no Rio
O município de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, contabilizou a sexta morte por febre amarela.Com isso, chega a 95 o número de pessoas com a doença, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela pasta nesta sexta-feira. O registro de mortes também aumentou no Rio, já são 41 — três a mais do que o contabilizado no boletim desta quinta-feira. O município de Duas Barras, no interior do estado, teve três novos casos, sendo uma morte, e agora aparece com oito confirmações da doença. Angra dos Reis, na Costa Verde, segue como o município mais atingido no Rio: são 18 casos, com dez mortes.. Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela secretaria estadual de Saúde nesta terça-feira, o Rio de Janeiro registra 77 casos da doença em 17 municípios. Angra dos Reis segue como a cidade com o maior número de mortes — são 12 neste ano. Com o aumento do número de óbitos na área.

Os casos no Estado do Rio estão distribuídos pelas cidades de Teresópolis (11 casos, sendo 6 óbitos), Valença (17 casos, sendo 6 óbitos), Nova Friburgo (7 casos, sendo 3 óbitos), Petrópolis (1 caso), Miguel Pereira (1 caso, sendo 1 óbito), Duas Barras (5 casos), Rio das Flores (3 casos, sendo 2 mortes), Vassouras (1 caso), Sumidouro (6 casos, sendo 2 óbitos), Cantagalo (5 casos, sendo 3 óbitos), Paraíba do Sul (1 caso, sendo 1 óbito), Carmo (2 casos, sendo 1 óbito), Maricá (2 casos, sendo 1 óbito), Angra dos Reis (18 casos, sendo 12 óbitos), Engenheiro Paulo de Frontin (1 caso, sendo 1 óbito), Paty do Alferes (1 caso) e Mangaratiba (1 caso).
dez munícipios têm casos confirmados de febre amarela em macacos. Além de Niterói, que contabilizava um caso de epizootia desde janeiro, os últimos boletins trouxeram as cidades de Angra dos Reis, Barra Mansa, Valença, Miguel Pereira, Volta Redonda, Duas Barras, Paraty, Engenheiro Paulo de Frontin e Araruama com outros casos de epizootia. A secretaria ressalta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da doença. Para ajudar na campanha, o Linha Verde, programa do Disque-Denúncia, realiza uma campanha contra o ataque a macacos.

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