Desafio agora é não permitir que queda na Sul-Americana abale autoestima do líder do Brasileiro.

A eliminação do Botafogo na Copa Sul-Americana, com derrota por 2 a 1 para o Defensa y Justícia, em Banfield, na Argentina, não pode ser usada como gatilho contra o próprio peito alvinegro. Ou pelo menos não deveria.
É evidente que há pontos a serem discutidos, como algumas escolhas de Bruno Lage ou o fraco desempenho de um ou de outro jogador nos playoffs das quartas-de-final do torneio. Principalmente no jogo de ida, no Nílton Santos, quando o gol de empate dos argentinos castigou aparente indolência.
Mas, na análise fria, a queda diante do 6º colocado do último campeonato argentino, campeão da Sul-Americana de 2020 e da Recopa de 2021, não deixa margem para grandes lamentações. O trabalho do Botafogo está em fase de maturação, com saldo positivo pelo o que se vê no Brasileiro.
O time de Bruno Lage tem o clássico com o Flamengo neste sábado (2) e nas duas rodadas seguintes terá de encarar Atlético-MG e Corinthians fora de casa. E vencer como visitante ainda é um desafio para o treinador português – nos cinco disputados, empatou quatro e perdeu um.
O time de Bruno Lage tem o clássico com o Flamengo neste sábado (2) e nas duas rodadas seguintes terá de encarar Atlético-MG e Corinthians fora de casa. E vencer como visitante ainda é um desafio para o treinador português – nos cinco disputados, empatou quatro e perdeu um.
O futebol tem o poder de iludir os mais açodados, levando-os da euforia à depressão num piscar de olhos. Portanto, é hora de os alvinegros ficarem de olhos bem abertos, concentrados na reta final do Brasileiro, atentos às armadilhas que o imponderável deixa pelo caminho.

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