Suspeito de 36 anos, conhecido como “Negão”, foi localizado durante ação de inteligência da 65ª DP.

Publicado em 20 de outubro de 2026
Policiais civis da 65ª Delegacia de Polícia (Magé) prenderam, na sexta-feira (16), um homem de 36 anos apontado como braço direito de uma liderança da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Conhecido pelo apelido de “Negão”, ele foi localizado em Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
De acordo com as informações divulgadas sobre a ocorrência, o homem tinha uma condenação de cinco anos e três meses de prisão pelo crime de tráfico de drogas. A captura foi resultado de uma ação de inteligência conduzida pelos agentes, com foco no monitoramento e na localização de integrantes de grupos criminosos com atuação na Baixada Fluminense.
A investigação levou os policiais até o município de Teresópolis, onde o suspeito foi encontrado e preso.
Ação de inteligência contra o crime organizado
A prisão integra o trabalho de investigação realizado pela Polícia Civil para identificar e localizar pessoas ligadas a organizações criminosas que atuam em diferentes municípios do estado do Rio de Janeiro.
Segundo as informações disponíveis, “Negão” seria uma pessoa de confiança de uma liderança do TCP, facção que possui atuação em áreas do território fluminense. A suspeita de ligação com a estrutura criminosa, no entanto, deve ser considerada conforme os elementos apurados pelas autoridades.
O uso de informações de inteligência permite que equipes policiais acompanhem movimentações de investigados e cumpram medidas judiciais mesmo quando os alvos estão fora de suas áreas habituais de atuação.
Combate ao tráfico na Baixada Fluminense
A 65ª DP, responsável pela área de Magé, atua na investigação de crimes e na identificação de suspeitos envolvidos em atividades criminosas no município e em outras regiões, conforme as atribuições e operações realizadas pela Polícia Civil.
A prisão em Teresópolis evidencia a possibilidade de deslocamento de investigados entre diferentes municípios para tentar evitar a localização pelas forças de segurança.
Até o momento, não foram informados detalhes adicionais sobre o local exato da captura, a identidade da liderança criminosa à qual o preso seria ligado ou eventuais desdobramentos da investigação.
A Polícia Civil segue responsável pelos procedimentos relacionados ao caso e pelo cumprimento das determinações judiciais cabíveis.

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