

O presidente da Liga, que é responsável pela organização dos desfiles da Série Ouro, disse que o órgão “não teria que dar suporte” à família.
Para o jornal O Globo, Wallace Palhares, disse que “o acidente foi uma fatalidade” e que “a entidade está prestando todo o apoio para a família da criança, mesmo o acidente tendo acontecido em um espaço externo da Sapucaí”.
Em uma outra entrevista ao próprio jornal carioca, Wallace eximiu a entidade da responsabilidade pelo incidente. “O que acontece ali é cultural e precisa de polícia. O que ocorreu foi uma fatalidade, o que tem de ter é segurança. O carro já estava sendo rebocado quando tudo aconteceu”, disse na época.

‘Estão querendo arrumar um culpado, um Cristo’, diz Castro sobre morte de menina atingida por carro alegórico.
Ao chegar à Marquês de Sapucaí na noite desta sexta-feira (22) para os desfiles do grupo especial, o governador do Rio, Cláudio Castro, lamentou o acidente que causou a morte da menina.

De quem é a responsabilidade do acidente?
Paes e Castro divergem quanto responsabilidade e declaram, cada um a seu ponto de vista, sobre o acontecido, todavia longe de uma solução.
Na véspera, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, havia afirmado que a responsabilidade por vistoriar os carros antes dos desfiles cabia ao próprio Corpo de Bombeiros. A fala foi rebatida por Castro, que também eximiu o órgão de responsabilidade pela escolta das alegorias na dispersão, imposta pela Justiça após pedido feito pelo Ministério Público (MP-RJ).

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