DOR E SOFRIMENTO ‘EM CIMA DA HORA’. MORRE MENINA DE 11 ANOS APÓS ACIDENTE

No hospital, a mãe da menina contou que a filha subiu no carro alegórico e as pernas dela ficaram presas.
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Raquel Antunes da Silva, de 11 anos, sofreu um acidente quando estava em cima de um carro alegórico no Rio de Janeiro. Na queda, ela acabou ficando presa entre o veículo e um poste. Socorrida e levada ao Hospital,  passou por uma cirurgia, amputando uma das pernas , mas em função da gravidade dos demais ferimentos, ela não resistiu. Foram 36 horas de luta pela vida.
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Segundo testemunhas, ela subiu no carro alegórico da agremiação, na Rua Frei Caneca, na área de dispersão, e ficou presa em um poste. Existem marcas de sangue no local do acidente.
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Raquel teve as pernas imprensadas junto a um poste no final da noite de quarta-feira quando subiu em um carro alegórico da Em Cima da Hora, escola da Série Ouro (antigo Grupo de Acesso). Quando a alegoria foi empurrada ocorreu o acidente.
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A escola de samba Em Cima da Hora e a Liga-RJ lamentaram a morte da menina Rachel. Mas não se manifestaram sobre a falta de apoio à família. A prefeitura do Rio disse que deu cestas básicas e disponibilizou assistentes sociais e psicólogos.
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O presidente da Liga, que é responsável pela organização dos desfiles da Série Ouro, disse que o órgão “não teria que dar suporte” à família.

Para o jornal O Globo, Wallace Palhares, disse que “o acidente foi uma fatalidade” e que “a entidade está prestando todo o apoio para a família da criança, mesmo o acidente tendo acontecido em um espaço externo da Sapucaí”.

Em uma outra entrevista ao próprio jornal carioca, Wallace eximiu a entidade da responsabilidade pelo incidente. “O que acontece ali é cultural e precisa de polícia. O que ocorreu foi uma fatalidade, o que tem de ter é segurança. O carro já estava sendo rebocado quando tudo aconteceu”, disse na época.

‘Estão querendo arrumar um culpado, um Cristo’, diz Castro sobre morte de menina atingida por carro alegórico.

Ao chegar à Marquês de Sapucaí na noite desta sexta-feira (22) para os desfiles do grupo especial, o governador do Rio, Cláudio Castro, lamentou o acidente que causou a morte da menina. 

De quem é a responsabilidade do acidente?

Paes e Castro divergem quanto responsabilidade e declaram, cada um a seu ponto de vista, sobre o acontecido, todavia longe de uma solução.

Na véspera, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, havia afirmado que a responsabilidade por vistoriar os carros antes dos desfiles cabia ao próprio Corpo de Bombeiros. A fala foi rebatida por Castro, que também eximiu o órgão de responsabilidade pela escolta das alegorias na dispersão, imposta pela Justiça após pedido feito pelo Ministério Público (MP-RJ).


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