Crise no governo estadual: Parte dos secretários pensa em sair antes de abril

Sem dinheiro para obras, auxiliares do Pezão também se queixam do estilo centralizador do governador.

pezao

A situação do governo estadual é tão delicada que alguns secretários já pensam em abandonar o barco antes mesmo de abril, prazo derradeiro para que candidatos às eleições municipais deixem seus cargos. Sem dinheiro para obras ou investimentos, auxiliares de Pezão comentam que não vale a pena comandar secretarias. Queixam-se também do estilo centralizador do governador.

Há também muita ciumeira em relação ao secretário de Esporte, Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador.

Privilegiado

Integrantes do governo reclamam que, apesar da crise, Marco Antônio continua a ter recursos para promover eventos como os Jogos Cariocas de Verão fotos de competições e do show que encerrou as disputas estão em seu perfil no Facebook.

As isenções

Para viabilizar os Jogos, o estado concedeu isenção fiscal de R$ 6,750 milhões. O patrocinador do torneio Rio ATP Challeenger de Tênis conquistou o direito de abater R$ 2,333 milhões em impostos. O projeto Favela, Esporte e Cidadania foi contemplado com um benefício de R$ 4,419 milhões.

Cavalos por carrinhos

Secretário de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Teixeira diz que em cerca de dois meses haverá a licitação para a compra de carrinhos elétricos que, como o Informe adiantou, substituirão as charretes de Paquetá. De acordo com Teixeira, os charreteiros, depois de alguma resistência, entenderam “que a mudança precisava ser feita”.

Terminais

E por falar em transporte: dois novos terminais de ônibus serão inaugurados na Barra até abril. Um na Avenida das Américas, na altura do Barra Word, e outro no cruzamento das avenidas Abelardo Bueno e Salvador Allende. Subprefeito da Barra, Alex Costa afirma que nesses locais será possível fazer a integração com todas as linhas de BRT: Transoeste, Transcarioca e Transolímpica.

Fé na Bahia

Esta é a quarta vez que a Mangueira vence com desfile que homenageia a Bahia ou personalidades baianas. A primeira foi em 1933, quando falou no Bonfim. Como cantou Caetano Veloso, irmão de Maria Bethânia, a Menina de Oyá, A Mangueira “é onde o Rio é mais baiano”

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Fonte: O Dia

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