Primeiro caso no Brasil de Covid por variante sul-africana é identificado em Sorocaba

Ela é nova no Brasil. Não temos ainda mais detalhes sobre esse caso.

O primeiro caso de Covid no Brasil provocado pela variante sul-africana do vírus Sars-CoV-2 foi identificado na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, anunciou o governo paulista nesta quarta-feira.

 Ela é nova no Brasil. Não temos ainda mais detalhes sobre esse caso disse ele, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no começo da tarde.

a nova cepa foi detectada em uma mulher de 34 anos. O monitoramento dos familiares está a cargo da vigilância sanitária do município.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, contou que a análise do material genético da amostra do vírus foi concluída na terça-feira. O trabalho faz parte de uma parceria da instituição com uma rede de laboratórios no estado.

É uma variante assemelhada à variante da África do Sul, embora não haja histórico de viagem ou de contato com viajantes da África do Sul. Portanto, existe também a possibilidade de que seja já uma evolução da nossa P1 [variante brasileira identificada primeiro em Manaus, no Amazonas] em direção a essa nova mutação da África do Sul contou Covas, que explicou que a descrição completa da linhagem ainda será feita pelos pesquisadores.

A análise preliminar, disse Covas, mostra que há “assinaturas um pouco diferentes da variante original [da África do Sul], o que indica uma provável origem local mesmo, a partir da variante P1”.

O diretor afirma que será preciso também determinar a incidência dessa variante, ou seja, entender se é um caso isolado ou não, para então estabelecer se serão necessárias novas medidas de contenção.

A linhagem da África do Sul (B.1.351), assim como a de Manaus (P1) e a do Reino Unido (B.1.1.7), é uma “variante de preocupação”, como classificam os cientistas, por estarem associadas a explosões de casos nos territórios em que foram identificadas em grande proporção.

Suas mutações podem estar ligadas a uma maior transmissibilidade da doença, assim como a maior adoecimento e mortalidade. Essas hipóteses ainda estão em estudo pelo mundo.

Outro receio dos cientistas é o de que essas linhagens possam “escapar” da proteção oferecida pelas vacinas já aprovadas e adotadas nos países. Esse ponto também está em acompanhamento. Até o momento, as novas cepas foram, no caso de alguns imunizantes, associadas a uma eficácia menor, mas não nula contra o coronavírus.

Fonte: Jornal Extra

Além disso, verifique

Polícia Civil fará nova perícia onde operário morreu na Praia de Copacabana

Gabriel Fimino trabalhava na montagem de estrutura para megashow no sábado. Publicado em 27 de …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *