Cientistas europeus recriaram pulmões, intestinos e rins para auxiliar no diagnóstico e tratamento de doenças congênitas.

Agrupamentos de tecidos menores que a cabeça de um alfinete, cientistas criaram “miniórgãos” que são os primeiros feitos de células fetais humanas obtidos sem causar qualquer dano ao bebê futuro ou à sua mãe. As cópias tridimensionais do intestino, rins e pulmões abrem a possibilidade de diagnosticar e tratar doenças congênitas antes do nascimento e estudar estágios do desenvolvimento humano difíceis de acessar por outras técnicas.
Na Inglaterra, cientistas criaram mini órgãos a partir de células que flutuam no fluido amniótico, que envolve um feto no útero. O resultado inédito é considerado um avanço que pode abrir novas áreas na medicina pré-natal.
De acordo com os especialistas, os ‘organoides’, como são chamados, imitam órgãos reais. O objetivo é que eles sejam usados para testar novos tratamentos e ajudar médicos a monitorar e tratar doenças antes do nascimento, além de desenvolver terapias personalizadas para um bebê ainda no útero.

Rede TV Mais A Notícia da sua cidade!
