Aeronave de vigilância avaliada em US$ 270 milhões foi atingida em base militar e deixou feridos.

Publicado em 30 de março de 2026
Um avião militar de vigilância dos Estados Unidos, avaliado em cerca de US$ 270 milhões, foi destruído após um ataque com drones e mísseis atribuído ao Irã contra uma base aérea na Arábia Saudita, neste domingo (29). O alvo foi a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga forças americanas e sauditas e é considerada estratégica para operações militares no Oriente Médio.
A aeronave atingida é um E-3 Sentry (AWACS), usado para monitoramento do espaço aéreo, coordenação de operações militares e detecção de ameaças a longa distância. Imagens divulgadas após o ataque mostram o avião gravemente destruído na pista da base.
Segundo informações divulgadas por autoridades e veículos internacionais, pelo menos 12 militares norte-americanos ficaram feridos, dois deles em estado grave, e outras aeronaves estacionadas também sofreram danos, incluindo aviões de reabastecimento.
Parte de uma escalada no conflito
O ataque acontece em meio à intensificação da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e aliados na região. Desde o fim de fevereiro, quando começaram operações militares contra alvos iranianos, bases e instalações ligadas aos EUA em países do Golfo passaram a ser alvo de ofensivas retaliatórias.
Relatórios indicam que, nas últimas semanas, ataques semelhantes já haviam danificado outras aeronaves e deixado dezenas de militares feridos na mesma base saudita, demonstrando a vulnerabilidade das instalações militares no Golfo Pérsico diante de drones e mísseis.
Importância da aeronave destruída
O E-3 Sentry é considerado um dos principais “centros de comando voador” da Força Aérea dos EUA. O modelo atua como radar aéreo de grande alcance e coordena missões em tempo real, sendo peça-chave para vigilância e controle de operações militares na região. A perda de uma unidade desse tipo é vista como significativa, já que o número dessas aeronaves em operação é limitado.
Até o momento, autoridades dos Estados Unidos não detalharam possíveis respostas militares ao ataque, enquanto a tensão segue alta no Oriente Médio, com risco de novos confrontos e impactos na segurança regional e no mercado global de energia.

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