Tiroteio força alunos e funcionários da Fiocruz a se abrigarem em corredores

Estação de Manguinhos da Supervia chegou a ser fechada e a circulação de trens no Ramal Saracuruna ficou suspensa.

Alunos e funcionários da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) precisaram se proteger em corredores da instituição durante um tiroteio em Manguinhos, comunidade da Zona Norte que fica próximo à entidade.

A Polícia Militar informou que PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos trocaram tiros com criminosos. A PM informou também que uma vítima baleada teria dado entrada no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier.

Um funcionário da instituição contou que dentro dos edifícios era possível ouvir o intenso tiroteio. A assessoria da Fiocruz comunicou que um plano de contingência foi acionado e foi pedido aos funcionários e demais pessoas que circulam no Campus Manguinhos que evitem a portaria da Rua Leopoldo Bulhões, próxima à Escola de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp).

A equipe de segurança da Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi (Cogic) orientou todos a usarem as duas portarias da Avenida Brasil (principal e de Cargas) e a 02, de acesso ao Amorim.

De acordo com testemunhas, o confronto também ocorreu na Avenida dos Democráticos.

Uma moradora da comunidade fez um registro do caveirão branco da UPP na região e contou  que não presenciava um conflito tão intenso como esse há tempos.

“Faz muito tempo que não tem um tiroteio igual a esse aqui. Estou assustada. O pior é que vou ter que passar no meio do fogo cruzado para buscar minha irmã na escola”, disse a moradora, que não quis se identificar.

Fonte: G1

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