Variante é considerada mais agressiva, pode provocar complicações graves e tem maior risco de letalidade.

Publicado em: 15 de janeiro de 2026
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou o segundo caso de mpox do grupo lp no estado. A variante é considerada mais agressiva em comparação às formas já conhecidas da doença e pode apresentar maior risco de evolução grave, inclusive com possibilidade de óbito.
De acordo com a pasta, o paciente está sendo acompanhado por equipes médicas especializadas e permanece em isolamento, conforme os protocolos sanitários. As autoridades de saúde informaram que todas as pessoas que tiveram contato próximo com o infectado estão sendo monitoradas.
A mpox do grupo lp chama a atenção por causar lesões mais extensas, febre persistente e maior comprometimento do estado geral do paciente. Especialistas alertam que o diagnóstico precoce é fundamental para reduzir o risco de complicações e evitar a transmissão do vírus.
A Secretaria reforçou que a população deve ficar atenta aos sintomas, como febre, dor no corpo, cansaço e aparecimento de lesões na pele, procurando atendimento médico ao primeiro sinal da doença. Também foi destacado que as medidas de prevenção, como evitar contato direto com pessoas infectadas e manter a higiene das mãos, continuam sendo essenciais.
Até o momento, São Paulo segue em alerta, mas não há indicação de surto, segundo a vigilância epidemiológica estadual.

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