A mãe e o pai da criança afirmam que houve negligência médica.

Publicado em: 30 de janeiro de 2026
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga as circunstâncias da morte da bebê Eloá Alves de Oliveira, ocorrida no dia 6 de janeiro de 2026, após uma sequência de atendimentos no Hospital Municipal Dr. Celso Martins, em Cachoeiras de Macacu, na Região Serrana do estado.
De acordo com as primeiras informações, a criança foi levada mais de uma vez à unidade de saúde antes do óbito, o que levantou questionamentos sobre a conduta médica adotada e o protocolo seguido durante os atendimentos. A investigação busca esclarecer se houve negligência, imperícia ou falha na assistência prestada.
“Eloá entrou cinco vezes no hospital. Davam um remédio e mandavam ela para casa. Dia 25, ela foi internada com diagnóstico de otite. Ela amanheceu toda inchada, com bolinhas pelo corpo, mas disseram que era alergia do remédio”, contou o pai.
O caso está sob responsabilidade da delegacia da região, que deve ouvir familiares, profissionais de saúde e requisitar prontuários médicos para análise técnica. Laudos periciais também devem auxiliar na apuração das causas da morte.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que está à disposição das autoridades e que colabora com as investigações. O caso gerou comoção na cidade e reacendeu o debate sobre a qualidade do atendimento na rede pública de saúde.

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