Pesquisadora brasileira descobre potencial regenerativo da polilaminina em lesões de medula

Tatiana Coelho  chama a molécula de “proteína de Deus” e destaca que a laminina, sua base estrutural, tem formato de cruz.

Publicado em 20 de fevereiro de 2026

A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio ganhou destaque ao anunciar a descoberta do potencial da polilaminina na regeneração de lesões na medula espinhal causadas por traumas. O estudo abre novas perspectivas para o tratamento de pacientes que sofrem com sequelas graves após acidentes e outros tipos de lesões medulares.

De acordo com Tatiana, a polilaminina atua a partir da laminina, uma proteína já conhecida pela comunidade científica por seu papel fundamental na estrutura e na organização dos tecidos. Em entrevista, a pesquisadora chamou a molécula de “proteína de Deus”, ao comentar tanto sua complexidade quanto sua relevância biológica.

“A laminina tem formato de uma cruz”, afirmou Tatiana ao descrever a estrutura da proteína que serve de base para a polilaminina. Segundo ela, essa configuração molecular contribui para a forma como a substância interage com as células e auxilia nos processos de regeneração.

Lesões na medula espinhal estão entre as mais desafiadoras da medicina, pois podem comprometer movimentos e funções sensoriais de forma permanente. A possibilidade de estimular a regeneração do tecido nervoso representa um avanço significativo na busca por terapias mais eficazes.

A pesquisa ainda deve passar por novas etapas de validação e estudos clínicos antes de eventual aplicação em larga escala, mas especialistas apontam que a descoberta reforça o protagonismo da ciência brasileira no cenário internacional.

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