Aumento do ICMS entra em vigor no início do ano e deve impactar o bolso de consumidores em todo o país.

O ano de 2026 começa com aumento no preço dos combustíveis e do gás de cozinha em todo o Brasil. A elevação ocorre por conta do reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passa a valer a partir de 1º de janeiro, conforme decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
Com a mudança, a alíquota fixa do ICMS sobre a gasolina e o etanol sofre acréscimo, assim como a do diesel e do gás liquefeito de petróleo (GLP), utilizado principalmente no preparo de alimentos. O imposto é cobrado de forma uniforme em todos os estados, mas o impacto final no preço ao consumidor pode variar de acordo com margens de distribuição, revenda e custos logísticos.
Especialistas avaliam que o reajuste deve pressionar a inflação no início do ano, especialmente nos setores de transporte e alimentos, já que o diesel influencia diretamente o custo do frete. No caso do gás de cozinha, o aumento preocupa famílias de baixa renda, que destinam uma parcela significativa do orçamento mensal ao item.
Entidades do setor de combustíveis afirmam que o repasse do imposto tende a ser imediato, enquanto órgãos de defesa do consumidor recomendam pesquisa de preços e atenção a possíveis abusos. Já os governos estaduais defendem que o ajuste é necessário para recompor arrecadação e garantir o financiamento de serviços públicos essenciais.
Com isso, motoristas, caminhoneiros e consumidores em geral devem sentir no bolso os efeitos do novo ICMS logo nos primeiros dias de 2026, tornando o custo de vida mais alto no início do ano.

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