Intervenção federal: Cúpula da Segurança é mantida

Braga Netto também foi questionado se haverá diminuição da corrupção policial.

A cúpula da Segurança no Rio será mantida durante a intervenção federal no Rio, conforme informou na manhã desta terça-feira o interventor federal, general Walter Souza Braga Netto. Em coletiva de imprensa, autoridades detalharam a decisão estabelecida pelo presidente Michel Temer no último dia 16.

Logo no início da coletiva, o general Braga Netto apresentou o chefe de Gabinete de Intervenção Federal, general Mauro Sinott, e o novo secretário de Segurança, general Richard Nunes.

A segurança pública vai aproveitar a expertise das Forças Armadas. A sistemática da segurança do Rio será mantida enquanto o general Richard estuda o que deve ser alterado — afirmou o interventor, que ainda disse:

O restante da Segurança Pública permanece o mesmo. Nós estamos numa fase de estudos  afirmou ele.

De acordo com Braga Netto, o gabinete de intervenção ainda está sendo instalado:

Logo depois, o general Sinott vai tomar uma série de providências para que a população perceba essa sensação de segurança. Para isso, contamos até com o apoio da imprensa.

O general Sinott afirmou que esse período será uma janela de oportunidades para dar início a ações que permanecerão com o tempo.

Sobre as UPPs, o general Braga Netto disse que vai ser feita uma análise do que deve ser melhorado e aprimorado. E o secretário de Segurança afirmou que a política das unidades permanecem, mas podem haver mudanças:

Temos um diagnóstico de redirecionamento de outras ações.

CORRUPÇÃO POLICIAL

Braga Netto também foi questionado se haverá diminuição da corrupção policial e disse que vai fortalecer as corregedorias.

O interventor federal ainda comentou sobre a estrutura que vai comandar. Ele disse que o gabinete vai funcionar no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova:

Intervenção é um trabalho de gestão. Vejo a intervenção como uma janela de oportunidades para a população.

Braga Netto comentou ainda sobre os objetivos da intervenção:

Reduzir a criminalidade e dar um suporte na capacidade de segurança, que já existe. A segurança pública do Rio não deixou de existir, ela passou por dificuldades.

Participaram do evento o interventor, general Walter Souza Braga Netto; o chefe de Gabinete de Intervenção Federal, general Mauro Sinott; o novo secretário de Segurança, general Richard Nunes; o secretário de Administração Penitenciária, David Anthony; e o secretário de Defesa Civil e comandante-geral dos Bombeiros, Roberto Robadey Costa Junior.

Estão presentes na plateia, e não na mesa: Coronel Wolney Dias, comandante-geral da PM, coronel Lúcio Flávio Baracho, chefe do Estado-Maior, chefe de Polícia Civil, Carlos Leba, subsecretário de Inteligência da Secretaria de Segurança, Flávio Galvão, presidente do Instituto de Segurança Pública (ISP), Joana Monteiro, e também o coordenador do Disque-Denúncia, Zeca Borges.

Fonte: Jornal Extra

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