Polícia Civil diz que impediu ataques terroristas na Alerj; três são presos em operação

Grupo investigado planejava manifestações antidemocráticas com bombas caseiras e coquetéis molotov; organização se autodenominava “Geração Z” e atuava para espalhar pânico e caos social.

Publicado em: 2 de fevereiro de 2026

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou nesta segunda-feira (2) que impediu a realização de ataques terroristas planejados para o Centro da capital fluminense. A ação ocorreu durante a Operação Break Chain, que resultou na prisão de três pessoas e no cumprimento de dezenas de mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, os suspeitos integravam um grupo extremista que se autodenominava “Geração Z” e atuava de forma organizada para incitar e planejar atos de violência, terrorismo e manifestações antidemocráticas, com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov.

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De acordo com a Polícia Civil, o objetivo do grupo era provocar pânico, desordem e caos social, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos no Rio de Janeiro.

Inicialmente, as medidas cautelares miravam quatro investigados. No entanto, informações de inteligência recebidas na manhã desta segunda-feira levaram à identificação de outros 13 suspeitos, o que motivou a expedição de novos mandados pela Justiça. As autoridades não divulgaram as identidades dos presos nem detalhes sobre os demais investigados.

Áudios obtidos durante a investigação reforçam o grau de radicalização do grupo. Em uma das gravações, um homem convida outra pessoa a se juntar à organização e afirma que os integrantes planejavam ataques para “chamar a atenção”.

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A Polícia Civil destacou que o caso se insere em um contexto global de crescimento do extremismo violento, impulsionado principalmente por redes digitais, fóruns clandestinos e movimentos que se aproveitam da insatisfação social para recrutar novos integrantes — especialmente jovens.

Especialistas em segurança pública alertam que a radicalização de pequenos grupos, muitas vezes inspirados por ações semelhantes em outros países, representa um risco real à democracia e exige monitoramento constante por parte das forças de segurança.

A investigação segue em andamento, e novas prisões não estão descartadas.

 

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