IDENTIFICADO HOMEM EXECUTADO A TIROS NA PRAIA DE GERIBÁ, EM BÚZIOS

Vítima conhecida como “De Ferro” foi baleada em beco próximo à orla, correu ferida até a praia e morreu diante de banhistas em Búzios.

Foi identificado como Alan Moreira Padilha, conhecido como “De Ferro”, o homem executado a tiros na tarde deste domingo (28), na Praia de Geribá, em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos. Alan tinha 34 anos, nasceu em 28 de agosto de 1991, e a identificação foi confirmada oficialmente pelas forças de segurança.

Segundo informações preliminares da Polícia Militar, a vítima teria envolvimento com o tráfico de drogas. De acordo com a corporação, Alan seria apontado como gerente do tráfico na localidade conhecida como Sinagoga, em Unamar, distrito de Cabo Frio. As informações fazem parte da linha inicial de investigação e ainda estão sendo apuradas.

Conforme esclarecido pela polícia, a execução não ocorreu na faixa de areia da praia. Alan teria sido alvejado a tiros em um beco (servidão) próximo à orla e, mesmo ferido, correu em direção à praia. Ele acabou caindo no canto esquerdo de Geribá, onde morreu no local.

O crime aconteceu em meio a uma grande movimentação de banhistas, provocando pânico e correria entre turistas e frequentadores da praia. A Polícia Militar realizou o isolamento da área para o trabalho da perícia.

A investigação está sob responsabilidade da 127ª Delegacia de Polícia de Búzios, que informou que imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para esclarecer a dinâmica do crime e identificar os autores.

Alan possuía extensa ficha criminal. Em 2013, respondeu por dano qualificado ao patrimônio, com inquérito posteriormente arquivado. Em 2017, foi condenado por tráfico de drogas, recebendo pena de 4 anos, 8 meses e 8 dias de reclusão, além de 468 dias-multa. Em 2021, respondeu por violência doméstica, mas foi absolvido, com sentença transitada em julgado.

Ainda de acordo com as forças de segurança, um suspeito já foi identificado, e diligências estão em andamento para localizá-lo. O caso segue sob investigação, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das apurações.

O episódio reacende o debate sobre a atuação do crime organizado em áreas turísticas da Região dos Lagos. Em plena luz do dia, o pânico tomou conta da praia, expondo moradores e visitantes a uma situação de risco extremo. Até quando episódios de violência dessa natureza continuarão fazendo parte do cotidiano de um dos principais destinos turísticos do Rio de Janeiro?

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