O lago na casa do jogador foi construído em apenas dez dias, como parte de um desafio proposto por empresa, numa espécie de reality show nas redes sociais.

O Ministério Público do Rio de Janeiro emitiu um parecer favorável à manutenção da interdição das obras do lago artificial construído na mansão do atacante Neymar, em Mangaratiba. O órgão concordou com a prefeitura local, que entrou na Justiça para derrubar a liminar que liberou o lago para uso.
“Na hipótese dos autos, observa-se que os danos constatados pelo Município já estavam em estágio avançado, dado que o “desafio” era a conclusão da obra em 10 dias. Sendo assim, a interdição com vistas a cessação da agressão ao meio ambiente se revelou medida adequada e proporcional ao dano encontrado”, diz o MP.
A procuradora também afirma que a interdição ao lago não afronta o direito de propriedade, já que permite a utilização das outras dependências da casa que não fazem parte da interdição.
A Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba recebeu denúncia sobre suposto crime ambiental por causa da construção de um largo artificial na mansão da família de Neymar. O relato passado às autoridades deu conta que a intervenção “promoveu desmatamento, a quebra de rochas e o desvio de um rio”.
No dia 22 de junho, a prefeitura informou que a obra foi interditada durante uma operação de fiscalização. Um multa também foi aplicada, mas seu valor não foi divulgado. O lago na casa do jogador foi construído em apenas dez dias, como parte de um desafio proposto por empresa, numa espécie de reality show nas redes sociais.

Rede TV Mais A Notícia da sua cidade!
